Onde anda você, Ex-aluno?
16 de fevereiro de 2011
Ilan Dunaevits – Eletrônica 1997:
Eu frequentei o curso técnico em Eletrônica no ORT com o objetivo primário de iniciar uma qualificação profissional. Os anos dedicados na instituição foram fundamentais para o entendimento da ciência eletrônica e para o meu amadurecimento pessoal.
Faz 12 anos que eu terminei o curso e desde então me formei em Engenharia de Telecomunicações na Universidade Federal Fluminense, conclui um MBA em Finanças e recentemente ingressei em um mestrado na FGV. A busca contínua por informação e conhecimento foram ensinamentos iniciados no ORT.
No âmbito profissional, eu trabalho há 7 anos na IBM e sou o responsável pela área de Business Controls de TI do Banco IBM. Constantemente me deparo com amigos que estudaram no ORT e é extremamente prazeroso lembrar os bons tempos que passamos junto à instituição.
Vale reforçar que o padrão de ensino do ORT é de excelente qualidade, com bons laboratórios, professores e dirigentes. Recomendo o instituto para todos aqueles que gostam de estudar e possuem ambição por conhecimento.
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Ilan.
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19 de novembro de 2010
Marcel Benayon - Processamento de Dados 1997:
Me formei no ORT na turma de Processamento de Dados em 1997 e cursei Engenharia de Produção na UFF. Em paralelo, montei uma empresa de informática para aproveitar o “boom” da internet na época, criando sites para empresas e comunidades. Um dos sites mais acessados e populares na comunidade judaica foi o Portal Eifo?, que seguia os conceitos do Yahoo! e Cade? sendo um ponto central na internet judaica. Através do portal, pude representar a comunidade judaica no mundo virtual e real, participando de diversos eventos - nacionais e internacionais - tanto internos da comunidade judaica quanto externos.
Em paralelo às atividades no mundo da informática, iniciei minha carreira de engenheiro na Souza Cruz, na área de Trade Marketing e Distribuição. Após alguns convites dentro de sua área para integrar o quadro de funcionários de grandes empresas como C&A e Allied Domecq, fui convidado a ingressar no programa de Trainees da IBM Brasil em 2004. Dentro da IBM, apaixonei-me pela carreira de consultor, auxiliando na resolução de grandes problemas de empresas consolidadas no mercado. Aproveitando a globalização da “Big Blue”, tive a oportunidade de participar de treinamentos e programas no exterior, fortalecendo minha capacitação, o que auxiliou em minha trajetória de crescimento profissional. Atualmente, como consultor, estou focado em problemas ligados à cadeia de suprimentos de empresas de porte global, aproveitando o conhecimento adquirido tanto em informática no ORT quanto em engenharia na UFF.
Sempre nutri grande carinho pelo Instituto ORT e me mantive presente no cotidiano acadêmico desde a formatura. No ano 2000, ingressei no quadro de professores da instituição e sempre ministrei aulas e cursos enquanto tive disponibilidade - as viagens profissionais impediram a continuidade da atividade. Ainda assim, espero poder retornar em breve à vida escolar no ORT, ajudando a semear a mesma qualidade de ensino da qual tanto me orgulho.
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Marcel.
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8 de novembro de 2010
Eliezer Lefkovits - Eletrônica 1994:
Me chamo Eliezer Lefkovits, tenho 33 anos e estudei no ORT de 1992 a 1994 (Eletrônica). Ingressei na PUC em 1995 e sou engenheiro de produção civil.
De 1998 a 1999, estagiei na BR Distribuidora e, de 2000 a 2002, estagiei na IBM. Em 2003, ingressei no programa Trainee da Brasil Telecom, tendo sido selecionado entre quase 14 mil candidatos (eram apenas 31 vagas). Após a fusão com a Oi, ainda permaneci 1 ano na companhia e agora estou na Algar Telecom, como Consultor de Negócios do Mercado Corporativo.
Em 2005, fiz uma Pós-Graduação em Engenharia de Petróleo, também na PUC Rio. O mais interessante e marcante ao longo de todos os 16 anos após a saída do ORT é que por onde passamos, seja em empresas ou em Cursos de Pós-Graduação, o fato de SER técnico em Eletrônica ´´abre portas´´ e impõe um certo respeito perante outros engenheiros e demais áreas técnicas. Os sensos de empreendedorismo e de percepção/conhecimento com certeza são mais desenvolvidos naqueles que fizeram um curso técnico.
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Eliezer.
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14 de outubro de 2010
Vitor Kacser - Eletrônica 1973:
O ORT foi um divisor de águas na minha vida, primeiro um ambiente propício para o desafio intelectual, com professores qualificados, que me instigaram a pensar além dos livros. Professores competentes conseguiram motivar a turma na busca de conhecimento, e aqueles que não quiseram seguir um ensino superior, saíram do ORT aos 18 anos prontos para o mercado de trabalho (hoje a escola técnica esta sendo muito valorizada).
Me formei em 1973, claro, outra época, era o Milagre Econômico, bem preparado fui aprovado para trabalhar na Light, Petrobras ou IBM. Como gostava muito de lógica e queria ficar no Rio de Janeiro, escolhi a IBM. Fui o melhor colocado nas provas de admissão para Representante de Serviços Técnicos de Hardware. Passei por diversas posições técnicas, inclusive numa designação Internacional em N.York nos Laboratórios de Desenvolvimento por 3 anos. Em paralelo fiz o curso de Engenharia Eletrônica, que completei antes de sair do Brasil.
Voltei ao Brasil promovido a Gerente de Logística, depois Qualidade, Suporte a Software, Filial Nordeste, S.Catarina, Rio, Brasilia, Estratégia de Serviços, Executivo do projeto SIVAM, Marketing, Vendas para America Latina. Decidi deixar a IBM depois de 25 anos devido à oferta para assumir a Presidência da Equant/Orange.
Depois desta carreira Executiva em empresas Multinacionais de Tecnologia, e reconhecendo a importância do capital humano, fui ser Diretor Regional da “Right Management” que faz desenvolvimento de Liderança.
A atração pelo mercado de tecnologia me levou mais uma vez a este mercado, desta vez como Diretor de Marketing, Vendas e Operações nas empresas Contraste, Clari e PBTI. Hoje tenho uma Consultoria que atua em diversas áreas.
Ao reconhecer que grande parte do sucesso na minha trajetória posso creditar ao ORT, coloquei os meus filhos para estudarem no ORT em Informática e todos eles reconhecem a importância do ORT na vida deles como estudantes e profissionais.
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Vitor.
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14 de outubro de 2010
Caio Hajime Yoshida - Biotecnologia 1997:
Após me formar no ORT, continuei meus estudos na UERJ em Ciências Biológicas e logo em seguida o M.Sc. em Biofísica|Biologia Molecular na UFRJ.
O que aprendi no ORT foi muito bom porque me facilitou bastante nas aulas práticas laboratoriais, e também durante a pesquisa do mestrado. Após o mestrado, comecei a trabalhar no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos - BioManguinhos, a planta de produção de vacinas, kits de diagnóstico e biofármacos no Departamento de Controle de Qualidade.Toda a parte experimental, o pensamento crítico e a meta-ciência que desenvolvemos no ORT contribuíram para meu reconhecimento como bom profissional em todas as instâncias mencionadas. Foi um grande prazer estudar lá e as boas memórias e amizades (que restam até hoje) vão estar comigo por bastante tempo. Atualmente me encontro no Canadá, em busca de novas experiências e buscando meu lugar no mercado da indústria farmacêutica de Quebec.
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Caio.
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| Caio em 2010 - Canadá |
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14 de outubro de 2010
Jimmy Gurwicz - Eletrônica 1986:
Depois de me formar no ORT em 1986, comecei engenharia na UFRJ. Tranquei os estudos e fiz Aliá para Israel no ano de 1989. Em Israel me formei em Engenharia Elétrica pelo Technion em 1994. Desde que me formei no Technion estou trabalhando na Intel de Haifa, na parte de desenvolvimento de CPU’s. Entre as CPU’s projetadas e desenvolvidas pelo meu time estão incluídas a linha do Centrino (CPU’s para Laptop) e recentemente o Core II Duo.
Sempre digo que no ORT aprendi eletrônica e no Technion aprendi como pesquisar e estudar novas áreas. O ORT teve grande influência positiva para minha carreira como Engenheiro, e tenho muita apreciação por ter tido a oportunidade de estudar nessa excelente escola.
Um grande abraço ao Diretor Hugo, a coordenadora do colégio na minha época (Marisa acredito) e aos meus antigos professores (Fernando, por exemplo).
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Jimmy.
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| Jimmy e sua família em 2009 - Israel |
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14 de outubro de 2010
Ilana Teruszkin Balassiano - Biotecnologia 1997:
Meu nome é Ilana Teruszkin Balassiano, e fiz o curso de Biotecnologia no ORT entre 1995-1997. Após me formar, ingressei na UFRJ no Curso de Bacharelado em Microbiologia e Imunologia. Quando concluí a graduação ingressei no Curso de Mestrado em Ciências (Microbiologia), também da UFRJ (1999-2004).
Ao término do Mestrado, tive a gratificante oportunidade de dar aulas no ORT para o curso de Biotecnologia, na disciplina Tecnologia das Fermentações (2004-2006). Paralelamente, comecei a dar aulas também no Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), ministrando as disciplinas de Microbiologia Geral, Microbiologia Clínica, Microbiologia de Alimentos e Imunologia para os cursos de Bacharelado em Farmácia, Enfermagem e Nutrição.
No ano de 2006 comecei a trabalhar na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde fui contemplada com uma bolsa de pesquisa no Laboratório de Referência Nacional para Leptospirose. No ano seguinte, iniciei o Doutorado em Ciências (Microbiologia), na UFRJ. No ano de 2008 fui convocada para assumir a vaga de Tecnologista em Saúde Pública, tornando-me funcionária pública na Fiocruz, onde atualmente encontro-me trabalhando no mesmo laboratório. Recentemente, dia 04/10/10, defendi a tese de Doutorado, obtendo o título de Doutora em Ciências pela UFRJ.
Uma grande contribuição do ORT na minha vida profissional foi a formação técnica no ambiente de laboratório, que foi extremamente útil no início da graduação em Microbiologia. Ao contrário de meus colegas, para os quais tudo era novidade, eu já tinha uma certa experiência na rotina dentro de um laboratório, o que foi muito importante para que eu pudesse me destacar e ir adiante. Além disso, foi no ORT que desenvolvi o amor que tenho pela Ciência e pelos desafios que ela propõe. Porém, sem dúvida, a grande contribuição que o ORT teve na minha vida profissional foi dar a primeira oportunidade que tive para atuar como professora. No período em que lecionei na escola cresci pessoal e profissionalmente, e aprendi muito também. Estes ensinamentos levo comigo até hoje.
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Ilana.
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14 de outubro de 2010
Frederico Escorsin - Comunicação Social 2003:
Assim que me formei no ORT, entrei para a faculdade de Desenho Industrial na PUC. Pelo fato do ORT nos dar oportunidade de começar a entrar no mercado de trabalho, enquanto muitos colegas de faculdade tinham que aprender a usar os programas gráficos (eu fiz CS) e entender os conceitos, eu já estava fazendo estágio. Comecei no terceiro período, antes de muita gente, o que me ajudou a ter mais experiências profissionais. E como o ORT sempre foi um colégio mais difícil que os demais, consegui passar no vestibular na primeira tentativa, ou seja, não precisei passar um ano ou mais estudando só para isso. E isso me poupou muito tempo.
Após alguns estágios, consegui entrar na FGV no início do meu penúltimo semestre graças à minha noiva, que trabalhava lá dentro e me avisou que haveria uma prova de seleção para a área de animação. No dia da prova me distraí e fui de bermuda. Impedido de entrar no prédio, corri até o shopping mais próximo, comprei uma calça, voltei a tempo, fiz o teste e passei.
Quando me formei, saí do estágio por questões legais (não podia continuar como estagiário estando formado) e comecei a buscar alguma coisa na minha área. Fui chamado para um trabalho freelancer pela Artplan, que constituía de 3 apresentações em flash do pós-venda do Rock in Rio para as empresas que tiveram suas marcas expostas no evento.
No final desse trabalho, fui chamado para participar da produção de uma série de TV chamada Os Reciclados. Emendados os dois, assim que o serviço da Artplan terminou, já comecei a animar a série junto com mais 3 animadores.
Fiquei por quase um ano, até o dia em que a série acabou e o próximo trabalho só viria dois meses depois. Como trabalhamos por produção, ou seja, ganhamos quando o estúdio tem entrada de trabalho, não podia esperar 2 meses até que o cliente resolvesse iniciar o projeto.
Comecei a montar portfólio para procurar serviços de ilustração, fiz entrevista para a 2D-lab, outra empresa de animação, mas fui chamado para trabalhar na Labocine. Como o mercado de animação é menor que cérebro de pombo, o meu nome e dos demais animadores já circulava por outros 2 estúdios, o que fez com que eles viessem à mim ao invés do contrário. Passei um ano na Labocine,até o estúdio de animação falir, e agora estou de novo buscando projetos.
Conselho importante para qualquer um: aprenda a se alfabetizar financeiramente. Controle seus gastos na ponta do lápis, poupe, procure formas de investir o dinheiro, pense sempre em como aumentar sua renda de forma inteligente, ou seja, trabalhando o mínimo e ganhando o máximo. Seja empreendedor, não dependa do seu emprego para viver. Faça cursos no Sebrae, leia livros sobre investimentos (procurem os livros do Mauro Halfeld e o independência financeira do Robert Kiyosaki), pense em como terminar o mês ganhando mais do que o anterior. Não trabalhem por dinheiro, não sejam escravos do dinheiro, façam o dinheiro trabalhar por vocês. Não cometam os mesmos erros que cometi. Se eu pensasse assim de 6 a 9 anos atrás, quando tinha meus 16-18 anos, hoje eu teria uma situação econômica muito mais confortável.
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Frederico.
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11 de outubro de 2010
Caio Guimarães Souza - Programação 2005:
Meu nome é Caio Guimarães Souza e estudei no ORT de 2003 a 2005, tendo me formado técnico em informática. Tive a oportunidade de estudar no colégio graças a uma política de distribuição de bolsas aos alunos mais bem colocados na prova de admissão.
Os três anos que passei no ORT foram maravilhosos e gosto sempre de recordar esse tempo visitando a escola e me reunindo pelo menos duas vezes ao ano com a minha turma. Para mim e para muitos dos meus colegas, o ORT se revelou o ambiente perfeito para estudar, para evoluir as nossas capacidades, para nos desenvolver como seres humanos, para fazer amigos, para nos divertir. A vivência no ORT teve profunda influência positiva sobre a minha trajetória acadêmica e profissional, a qual destaco a seguir, e sobre a pessoa que sou hoje.
A qualidade do ensino básico da escola (excelência dos professores, laboratórios, recursos, etc.) me proporcionou um bom desempenho no vestibular: fui estudar Engenharia de Computação e Informação na UFRJ (4° lugar), mas passei também para Física na UERJ (2° lugar) e para Ciência da Computação na UFF (2° lugar). Além disso, com a base adquirida no ORT, conquistei duas medalhas de bronze nas Olimpíadas de Matemática do Estado do Rio de Janeiro (OMERJ).
A bagagem do ensino técnico de alto nível, por sua vez, me permitiu que eu tivesse um bom desempenho na faculdade, que eu conseguisse um bom estágio logo no 1° período da faculdade e que eu ganhasse uma medalha de bronze na Olimpíada Brasileira de Informática (OBI).
Uma feliz coincidência ligou a minha trajetória ao ORT novamente em 2008. Ao ingressar no mestrado em matemática na UFRJ (apesar de ainda não possuir diploma de graduação), escolhi como orientador o professor Gregorio Malajovich, filho do diretor da escola, Hugo Malajovich.
Tendo defendido a minha tese de mestrado em agosto de 2010, atualmente sou bolsista da FGV e estudo economia e estatística sob a orientação do presidente da Fundação, Carlos Ivan Simonsen Leal. Em setembro de 2011, ingressarei no mestrado de economia e estatística da universidade parisiense ENSAE ParisTech, uma das universidades mais prestigiadas da área na França e para a qual já fui aprovado. Meu plano após retornar da França é ingressar num doutorado nos Estados Unidos.
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Caio.
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11 de outubro de 2010
José Francisco Danciger - Eletrônica 2002:
Graças à formação do Instituto de tecnologia ORT consegui emprego na Marinha do Brasil, através de concurso público. Me sinto muito realizado e isso mostra como os judeus são imprescindíveis na formação e no crescimento do país. Sou muito grato também ao Jacob e Clara Steinberg que financiaram a minha formação!!
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José Francisco.



