Onde anda você, Ex-aluno?

22 de março de 2013

Marcio Blak – diretor do portal comernaweb.com.br

Estudei no ORT entre 1987 e 1989 na turma de Processamento de Dados (PD). Minha passagem pelo ORT foi muito importante para minha formação pois me deu a base para o que trilhei, o empreendedorismo. No ORT eramos orientados a criar, buscar, e finalizar uma ideia. Até li em um dos posts do Alumni sobre as aulas do “Careca” (Prof. Sergio Castro) que certamente era uma das mais empreendedoras na linha de administração. Sem esquecer as várias outras como Adabas do Marcondes, ou as aulas de Cobol, mas guardo até hoje um disquete de 8 polegadas que comprei para salvar meus programas no Cobra 500 que tinha no laboratório.

Sai do ORT formado em 1989, e cursei Engenharia Eletrônica na UFRJ de 1990 a 1994, inclusive com amigos do ORT. Ainda na faculdade comecei a empreender, no desenvolvimento de software.
Em 1991 fiz meu primeiro software, com um amigo, e pouco mais tarde fundei a Blak Informática, em 1993, já em carreira solo e em pouco tempo tinha 4 softwares no Mercado. Lembro do meu primeiro software vendido a US$ 400 para uma video-locadora.
Em 1996 iniciei um software denominado SnackControl, para automação e gestão de Bares e Restaurantes, que foi o grande alavancador da empresa, em pouco tempo, a Blak Informatica se transformou em SnackControl, atendendo redes como Bob’s, Spoleto, Rei do Mate e empreendimentos como Hopi Hari, entre diversos outros Restaurantes, no Brasil. Chegamos a 4.000 licencas vendidas, quando em 2008 o SnackControl foi vendido para a Bematech.
Em 2010, resolvi criar um portal de delivery online, chamado www.ComerNaWeb.com.br, um marketplace para quem tá com fome, ou seja, juntamos consumidores com fome de “comer” com restaurantes delivery com fome de “vender”. Hoje, coordeno a Gastronotech Automação que é a dententora e operadora do portal www.ComerNaWeb.com.br
Estou com 40 anos, casado e com 2 filhos.



Marcio Blak

Onde anda você, Ex-aluno?

21 de novembro de 2012

Aline Kirjner – Professora de pós graduação em Nutrição Clínica e Oncológica.

Meu nome é Aline Kirjner Poziomyck, sou nutricionista graduada pela UFF, pós graduada em Nutrição Oncológica (INCA), mestre e doutoranda em Cirurgia Oncológica (UFRGS) e professora de cursos de pós graduação em Nutrição Clínica e Oncológica.

Venho compartilhar o meu orgulho de ter estudado Biotecnologia no ORT e me formado na turma de 1997.

No ORT, tive a oportunidade de “aprender a aprender”… tínhamos um conteúdo denso de disciplinas, e talvez por isso nos fortalecemos pessoal e profissionalmente além de nos sentirmos vitoriosos ao alcançar a conclusão do curso.

Passei em todos os vestibulares que prestei, pude escolher a Universidade que queria cursar, além é claro de ter muita facilidade em lidar com as matérias que envolviam prática laboratorial.

Além disso, no ORT construí grandes amizades que me acompanham até hoje.

Por isso, sempre faço “propaganda” deste colégio que, para mim, é um exemplo de ensino!


Aline Kirjner

Onde anda você, Ex-aluno?

27 de abril de 2012

Caio Grynberg – Processamento de Dados 1997:

Me formei no ORT em 1997, na turma de Processamento de Dados. Após a graduação, fui cursar Administração de Empresas na UFRJ e, posteriormente, fiz um MBA em Marketing e finalmente um Mestrado em Administração, ambos na PUC-Rio. Em paralelo à vida acadêmica, desenvolvi minha carreira na iniciativa privada. Ainda na faculdade, fui estagiário na Souza Cruz. De lá fui para a Integration Consultoria, Vale e Claro, trabalhando sempre nas áreas de Marketing / Vendas / Planejamento.

Quando estava na Claro, surgiu a oportunidade de ir trabalhar nos Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro. Sendo fã de esportes, resolvi me juntar ao Comitê Organizador. Na continuação dos Jogos Pan Americanos, fiquei para a bem sucedida Candidatura do Rio Janeiro às Olimpíadas de 2016. Durante o projeto, conheci a EKS, empresa de consultoria especializada em eventos esportivos, e me juntei a ela em 2010. Fui então para a Índia trabalhar por seis meses nos Jogos da Comunidade Britânica, e de lá vim morar em Lausanne, na Suíça, sede da minha empresa e também do Comitê Olímpico Internacional. Atualmente estou trabalhando em dois projetos: na candidatura de Glasgow para os Jogos da Juventude de 2018 e na Candidatura de Istambul para as Olimpíadas de 2020.

Aos atuais alunos do ORT, queria compartilhar minha opinião e experiência, após estes quase 15 anos desde minha formatura (como voa o tempo!). Desde o primeiro ano, quando ingressei no ORT, soube que não seguiria a carreira de Processamento de Dados, não me identificava com a área. Mas, mesmo assim, nunca cogitei sair. Porque? Eu nunca poderia imaginar estar onde me encontro atualmente. É impossível prever quais serão as oportunidades que aparecerão na vida de cada um de nós, mas é possível sim se preparar para quando estas surgirem. No atual mundo corporativo, que em breve vocês irão adentrar, existe uma divisão cada vez maior entre os empregos para aqueles altamente capacitados e os empregos “comuns”. E a distância entre ambos só tende a aumentar. A educação é, possivelmente, no início da carreira corporativa, o principal fator decisório. E o ORT é um grande diferencial nesse momento, o primeiro de outros que certamente vocês irão buscar, para se posicionar onde quiserem no mercado.

Tenho plena consciência de que, mesmo não tendo seguido na área de Processamento de Dados, o ORT me ajudou muito, de forma mais ampla, no desenvolvimento da minha carreira. Quando eu era mais jovem, incerto sobre que caminho seguir, não tinha plena consciência disso. Mas é engraçado como hoje vejo isso de forma tão clara. Queria então agradecer ao ORT por toda a preparação que me proporcionou, e desejar boa sorte para os atuais alunos nos seus próximos desafios!


Caio Grynberg

Clique aqui e veja outros depoimentos.

Onde anda você, Ex-aluno?

9 de março de 2012

Felipe Donato Lagrutta Jalom – Eletrônica 1998:

Muito legal esse espaço e é claro que eu não poderia deixar de escrever como o ORT faz parte fundamental da história da minha vida. Entrei no ORT em 1996 para o curso de Eletrônica, após realizar a prova e ganhar a bolsa chamada na época “Adolpho Bloch” pelo 3º lugar no concurso. Estudando no ORT é fácil perceber que o colégio consegue, com qualidade, conciliar o ensino técnico com as matérias não técnicas, criando a opção para o estudante entrar no mercado de trabalho ou prestar vestibular. Eu, após terminar o ORT em 1998, ingressei na Universidade Federal Fluminense (UFF) no curso de Telecomunicações, o qual tinha a concorrência de 32 pessoas por vaga! E tenho orgulho de dizer que fui aprovado sem nenhum curso pré-vestibular e graças ao ensino do ORT.

Após 5 anos formei-me Engenheiro de Telecomunicações e iniciei minha carreira na Oi como estagiário em 2002, sendo efetivado em fevereiro de 2003. Em setembro de 2003 comecei a trabalhar na Empresa de Telecomunicações chinesa Huawei Technologies, onde permaneço até hoje, após uma breve passagem pela TIM entre os anos de 2006 e 2007 trabalhando na área de Inovação Tecnológica.

Na Huawei sou Gerente de Engenharia, coordenando os projetos de equipamentos e serviços para as operadoras de Telecomunicações como Oi, Embratel, Tim, Claro e outras.

Mais uma vez quero ratificar a importância do ORT em uma fase fundamental da vida de uma pessoa, onde aprende-se a ter responsabilidade e adquirir conhecimentos fundamentais que serão levados para toda a vida!!

Saudações ao Prof. Hugo e a todos os profissionais dessa maravilhosa instituição de ensino!


Felipe


Clique aqui e veja outros depoimentos.

Onde anda você, Ex-aluno?

7 de dezembro de 2011

Ilana Lejbkowicz – Programação 2003:

Cursei o 2° Grau Técnico em Informática /Programação no Instituto de Tecnologia ORT de 2001 a 2003 e posso dizer que foi uma fase essencial na minha vida profissional. Este curso contribuiu significativamente para a aprovação no vestibular (UFRJ) e para o meu curso de Ciência de Computação, onde me sentia em vantagem perante os outros estudantes da universidade, visto que eu já tinha feito um “ciclo básico” de Informática/Programação no ORT. Trabalhei na IBM por 4 anos e hoje estou há 2,5 anos na HP (Hewlett-Packard), onde fui indicada através do ex-professor de Telecomunicações do ORT Ricardo Zalcman.


Ilana


Clique aqui e veja outros depoimentos.

Onde anda você, Ex-aluno?

11 de setembro de 2011

Jack Silberman - Eletrônica 1981:

Olá de San Diego, CA USA. Espero que este texto para o Alumni consiga passar uma ideia do quanto o ORT mudou a minha vida.

Nos últimos 18 anos eu e minha família estamos morando nos EUA, onde trabalho em robótica. No momento, trabalho com projetos para o DOD (Department of Defense) em uma start-up company onde eu sou o CTO (Chief Technology Officer). Alguns exemplos de projetos em que estamos escrevendo propostas de verba são robôs para demonstrar IED (Improvised Explosive Devices), instrumentação para monitorar os sinais vitais de soldados durante os testes de novas armas e instrumentação para ajudar na recuperação de veteranos com PTSD (Post-Traumatic Stress Disorder).

Anteriormente, trabalhei 10 anos em automação e robótica em Biotecnologia e Medical Devices como gerente e diretor de engenharia. Exemplos de projetos são “lab in a chip” (microfluidics) e “protein cristalization”, onde cristais de proteínas são expostos a raios-x para determinar a sua estrutura e, então, criar drogas inteligentes. E antes trabalhei na automação de testes de semicondutores.

Tenho certeza absoluta de que fui aceito no meu doutorado na super concorrida Carnegie Mellon University (CMU) porque fiz a minha tese de mestrado na PUC-Rio em robótica, que fui aceito no mestrado em engenharia mecânica na PUC porque fiz especialização em robótica na Inglaterra através do ORT, e porque dava aulas de robótica no ORT.

Em todos estes anos ainda não vi um programa de segundo grau técnico como o do ORT Brasil. Eu sempre estive envolvido em competições de robótica onde eu fui orientador de times de escolas e/ou juiz nas competições internacionais. Quando falo sobre o ORT para os professores e tudo o que aprendi e tive a oportunidade de ensinar (robótica, computer vision, inteligência artificial, integração de automação com projetos de biotecnologia, projeto e construção de interface para computadores), tem gente que fica de boca aberta. O Brasil não fica atrás de escolas “de primeiro mundo”. Na verdade, na minha modesta opinião, está à frente. Se eu estivesse morando no Rio, meus filhos estariam estudando no ORT.

Para meus professores no ORT, para a administração, funcionários colegas de trabalho, estagiários, e todos os alunos que me ensinaram tanto, os meus mais sinceros agradecimentos. Não tenho como colocar em palavras o quanto vocês mudaram a minha vida. MUITO OBRIGADO e considere manter contato.


Jack Silberman

PS: Sei que os estagiários com quem tive a oportunidade de trabalhar no ORT estão muito bem profissionalmente. Espero ler sobre o sucesso deles no site do ORT em breve ;o)

Clique aqui e veja outros depoimentos

Onde anda você, Ex-aluno?

17 de agosto de 2011

André Frankenthal – Eletrônica 2008:

Olá, sou André Frankenthal e me formei em Eletrônica, na turma de 2008 do ORT. Fiz vestibular para diversas universidades públicas e ingressei na UFRJ no início de 2009, cursando Engenharia Eletrônica e de Computação. Paralelamente aos vestibulares brasileiros, concorri em processos seletivos para algumas universidades americanas. Obtive uma bolsa para estudar no Reed College, em Portland, Oregon, onde iniciei meu primeiro ano letivo em setembro de 2009. Atualmente estudo física nesta universidade bastante conceituada por seu rigor acadêmico, e pretendo me formar em maio de 2013. Fui convidado, ano passado, para ser grader de física (corretor de deveres de casa) e este ano, tutor de matemática, ambas funções remuneradas pela universidade.

O ORT contribuiu enormemente para o meu desenvolvimento intelectual e humano. Ainda hoje, meus colegas universitários americanos admiram-se com a minha facilidade nas aulas de laboratório avançado, que resulta da ênfase do ORT no trabalho prático e didático e das noites sem dormir soldando placas e montando circuitos para o projeto final. O ORT é uma escola de caráter filantrópico e humanista, tendo, consequentemente, grande diversidade cultural e social entre os alunos. Esse amálgama de pessoas com diferentes origens certamente transformou a minha visão de mundo e enriqueceu a minha experiência pessoal.

Lembrarei sempre dos bons momentos vividos nesta escola, das brincadeiras, da diversão, e também dos trabalhos e do estudo. Cada um desses momentos ajudou um pouco a formar a pessoa que sou hoje. Por tudo isso sou grato ao ORT e pretendo sempre contribuir com esta escola no que for possível.


André

Clique aqui e veja outros depoimentos

Onde anda você, Ex-aluno?

17 de junho de 2011

Newton Campos – Processamento de Dados 1993:

Meu nome é Newton Campos e sou um orgulhoso ex-aluno do ORT da turma de 1993 (Processamento de Dados). Hoje, depois de tantos anos da minha passagem pela escola me sinto enormemente grato por tudo que aprendi e vivi naquela saudosa época dos PCs XT de tela verde (ou âmbar!). Hoje vejo como meus companheiros, todos jovens como eu, eram tão inteligentes e criativos, o que fazia de muitas das aulas uma experiência verdadeiramente divertida de aprendizagem.

Talvez até como fruto daquela época, depois de tantas voltas pela vida, terminei encontrando meu caminho no mundo do marketing de produtos tecnológicos e entre eles, o da educação (e-learning). Logo depois do ORT, me tornei contador (PUC-SP), trabalhei numa grande empresa de auditoria (pwc) e em empresas familiares - na área de software - até fazer um MBA entre a Espanha (IE) e a Índia (IIM). Nesta época, me envolvi no mundo da educação e da criação de pequenas empresas (algumas foram melhores e outras piores) e depois disso fiz um Ph.D. em Empreendedorismo (FGV-SP), o que me levou a lecionar “Entrepreneurship in Emerging Markets” aqui na Europa (onde resido atualmente) e a dirigir a área de Marketing e Admissões de programas Blended da IE Business School em Madrid, considerada a melhor escola de Business do mundo no formato e-learning (The Economist, 2010).

Sempre me senti muito conectado ao ORT porque desde muito jovem sempre me destaquei em todos os trabalhos e universidades por onde passei, em grande parte, pelo meu domínio sobre a tecnologia, algo cada vez mais indispensável no mundo profissional. Desta forma, deixo aqui uma mensagem simples e direta aos atuais e futuros alunos do ORT: se precisarem de algum apoio que esteja dentro do meu alcance, contem comigo (www.newtoncampos.com).


Newton

Clique aqui e veja outros depoimentos

Onde anda você, Ex-aluno?

1 de junho de 2011

Vania Carolina Fonseca Da Silva - Biotecnologia 2002:

Me formei em Biotecnologia no ORT em 2002. No ano seguinte, iniciei o curso de Ciências Biológicas na UFRJ, onde obtive o título de Bacharel em Ecologia e Licenciada em Biologia. Determinada a estudar mustelídeos (uma família de mamíferos da ordem dos carnívoros), comecei a estudar lontras em 2006 para o meu projeto de bacharelado.

Concluí uma especialização em Biologia, Manejo e Medicina da Conservação de Animais Selvagens pelo Senac e em 2008 fui para Portugal onde prossegui com os estudos, fazendo mestrado em Biologia da Conservação. Novamente estudei aspectos relacionados à ecologia e comportamento de lontras, e o resultado do meu trabalho recebeu recentemente em Portugal o Prêmio Anual Biodiversidade Delta Cafés 2010, oferecido à melhor dissertação de mestrado na área de Biodiversidade e Conservação da Universidade de Évora.

Em novembro de 2010, comecei a trabalhar como pesquisadora no Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas. Estou atualmente desenvolvendo um projeto de pesquisa com ariranhas e lontras e as interações que estas espécies podem ter com as atividades de pesca realizadas pelas populações ribeirinhas. Meu trabalho é realizado através de uma estreita colaboração com os moradores locais, e espera-se que os resultados sejam de grande valia para a conservação das espécies estudadas.

Não tenho dúvidas do quanto o ORT foi importante na minha formação. Ter sido aprovada em todas as universidades para as quais prestei vestibular foi o primeiro sinal do preparo que obtive ali. Aprender desde cedo como “funciona” uma pesquisa científica, desde sua concepção e planejamento até sua execução e análise de resultados, foi posteriormente uma excelente mais valia no meu desenvolvimento acadêmico. O ORT proporcionou uma vivência de trabalho muito boa, consolidando a minha segurança quanto às minhas capacidades profissionais.


Vania

Vania realizando pesquisa de campo em Portugal
Vania em Portugal

Clique aqui e veja outros depoimentos

Onde anda (corre) você, Ex aluno?

12 de maio de 2011

Mauro Chasilew – Processamento de Dados 1986:

O ultramaratonista Mauro Chasilew, ex-aluno do Instituto de Tecnologia ORT, participou da corrida Mountain to Valley, um percurso de 210km, em Israel. A prova, que aconteceu no dia 18 de maio de 2011, teve início em Kalat Nimrod, quase na fronteira com o Líbano, e chegada no vilarejo de Timrat, no Vale de Jezreel, região localizada entre as montanhas da Galiléia e da Samaria.

É a segunda vez que Mauro corre a Mountain to Valley. Em 2010, o atleta foi o único a cumprir sozinho todo o percurso da prova, em um total de 34 horas de corrida, incluídas três horas de sono. Foi a primeira vez que um atleta enfrentou sozinho os 210km da corrida.

Além da maratona em Israel, Mauro já participou da corrida Bad Watter, 217km no Vale do Silício, do Ecomotion Pro, 624km no Nordeste, da Brazil 135, 217km em Minas Gerais, e da Jungle Marathon, 222km na selva amazônica.

Mauro Chasilew foi professor do ORT, atuou como treinador de vôlei da escola e, atualmente, tem uma loja de artigos esportivos no Rio.

Clique aqui e leia a reportagem sobre o ultramaratonista no jornal O GLOBO, do dia 6/05/2011.

Mauro Chasilew na orla do Rio

Clique aqui e veja outros depoimentos

Próxima Página »